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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 01 Aug, 2021

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Trade Marketing – Definição

6 de julho de 2021 |

Muita gente ainda se confunde sobre o que é trade marketing. Até mesmo profissionais da área, quando questionados sobre uma definição, sentem dificuldades ao tentar chegar a um conceito.

A verdade é que a área de trade marketing é muito ampla. Engloba diversos aspectos, envolve vários setores empresariais e depende de pontos de contato distintos para que as ações sejam um sucesso.

Este conteúdo foi desenvolvido especialmente para que você não tenha mais dúvidas sobre nenhum tópico relacionado a trade marketing.

Prepare-se para descobrir tudo o que você precisa sobre:

  • O que é trade marketing, como funciona e o que inclui
  • Por que é preciso ter uma estratégia bem definida
  • Como ocorre uma operação de trade marketing
  • O que marketing, vendas e trade marketing têm em comum
  • Boas práticas de trade marketing
  • O surgimento do trade marketing no Brasil

Pegue um café e venha comigo para desvendar um mundo repleto de possibilidades!

EXPLICANDO: O QUE É TRADE MARKETING

Este é o momento de falarmos sobre conceitos e definições. Há diversas formas de contextualizar o trade marketing.

Basicamente, trade marketing é uma estratégia B2B – ou seja, de empresa para empresa – realizada através de canais de distribuição, que tem como prioridade atender às demandas específicas do shopper no ponto de venda. Ler Mais

Rocket mostra tendências para os Eventos 4.0

6 de junho de 2021 |

Soluções devem ajudar marcas no desafio de reter audiência, promover maior interação e encantamento do público

O novo cenário do mercado de eventos, com soluções sendo formatadas em tempo real e com número crescente de recursos tecnológicos deve permanecer em alta, mesmo após a pandemia. O desafio para as marcas, agora, é reter a audiência com ferramentas que proporcionem encantamento, experiências sensoriais diferenciadas e ambientes cada vez mais interativos.  “O mercado está saturado de lives e os formatos mais simples já não agradam mais. Plataformas de realidade aumentada, cenários 3D e eventos em 360º são só alguns exemplos do que deve compor um ambiente básico de evento digital, ou os chamados Eventos 4.0, daqui em diante”, afirma a sócia-diretora da Rocket, Vanessa Sa.

tendências para os Eventos

Antes da pandemia, o acesso às tecnologias como as simulações de ambientes, ficavam restritas às grandes produções do cinema ou da TV.  “Hoje, é possível criar um evento em que um carro seja retirado da rua e, em seguida, içado por um guindaste e colocado diretamente em um cenário de floresta”, exemplifica Vanessa. Outro exemplo são os recursos como as dinâmicas de interação, que só eram possíveis nos eventos presenciais e, agora, ganharam o apoio da realidade virtual. Com ele, é possível mostrar um produto complexo apenas pedindo para o espectador apontar a câmera do celular, durante uma live.

Para explicar melhor essas possibilidades, a especialista aponta quatro técnicas que estão entre as tendências para os Eventos 4.0:

– Modelagem 3D – Com a aceleração da transformação digital, possibilidades como a modelagem de palco em 3D, que trazem experiências imersivas, são uma realidade acessível para as marcas. Com o aumento de ofertas desses recursos, ficou mais viável criar ações que podem reduzir custos e ainda simular cenários, antes considerados improváveis, em um único evento. “Este foi o recurso que utilizamos para simular o Yad Vashem – Museu do Holocausto, no evento em memória pelas vidas judias da Segunda Guerra Mundial. Seria inviável algo assim tempos atrás. Com esta técnica, conseguimos representar um pouco da dor e da gravidade de algo historicamente tão impactante”, revela Vanessa Sá.

–  Apresentações interativas – Com o aumento da frequência dos encontros virtuais, os clássicos “ppts” ficaram mais cansativos de se acompanharem. Uma forma de quebrar esta inércia e trazer mais dinamismo para estas interações, é usar o recurso das apresentações interativas.

Tudo começa com um roteiro que traga um storytelling bem construído, que ajuda nas etapas iniciais e faz toda a diferença na dinâmica do evento. Os recursos de adição de vídeos e interações com outros palestrantes que estão remotos, dão ao espectador a familiaridade contida nos formatos dos programas de TV. Além disso, as interações com recursos de enquetes e postagem de hashtags nas redes sociais ajudam a reter a atenção do público. Já a ideia de multitelas faz com que o celular deixe de ser um concorrente de atenção e passe a ser uma poderosa ferramenta de abordagem.

“Utilizamos este tipo de recurso em lives com conteúdos mais densos, para ajudar na assimilação dos conteúdos. Percebemos que a audiência permanece por mais tempo e temos quedas que não passam de 20% desde o início das nossas transmissões. Um exemplo foi uma sequência de cinco lives que produzimos para a Syngenta, utilizamos os recursos de chroma key, vídeos, enquetes, QRcodes e conseguimos uma retenção de público que chegou na média de 87%”, lembra Vanessa.

– Realidade Virtual – Esta ferramenta possibilita aumentar as camadas de informação digitais e ajudam em novas formas de trazer um contato mais próximo entre o público e as marcas. “Aplicamos este recurso para a criação de uma plataforma interativa que está em desenvolvimento para a Meditronic, líder global em tecnologia, serviços e soluções médicas. Lá, os profissionais da área da saúde poderão interagir e ter mais detalhes de poderosas ferramentas cirúrgicas”, diz a diretora da Rocket.

– Estratégia de Dados – Ao trazer as marcas para o ambiente digital, é possível obter informações cada vez mais precisas das suas audiências. Recursos valiosos que podem variar de uma simples solicitação de um cadastro de usuário até mapas elaborados de calor e de preferência de consumo de determinados conteúdos, ajudam na obtenção de dados e informações. E a lista de benefícios inclui facilitar tomadas de decisões, investimentos e mudanças de estratégias, que contribuem ainda mais para a geração de resultados progressivos.

“Este skill de estratégia digital é sempre apresentado aos clientes da Rocket que, ao entenderem a dinâmica e a quantidade de benefícios, valorizam a importância de contar com um parceiro que já tem esta premissa como base da sua entrega”, finaliza Vanessa Sá.

Com 15 anos experiência no digital e parceiros alocados em diversos países que garantem a antecipação de tendências, a Rocket é pioneira na aplicação dessas e de outras estratégias para o mercado de eventos. Com o avanço da pandemia e a alta dos eventos digitais, a agência duplicou o faturamento em 2020 e espera dobrar novamente a receita até o final de 2021. Além das soluções em Live Marketing, a agência também entrega soluções em Branding e Desing, Marketing Dirigido, produção de vídeos e vinhetas, Mídia e Performance, Criação Digital, Mídias Sociais, Criações em 3D e ilustrações para marcas como Allianz, Claro, Disney, Embratel, Globo, Kimberly-Clark, Net, Syngenta, entre outras.

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As 8 maiores Tendências do Varejo para 2021

16 de dezembro de 2020 |

Como sempre, com um novo ano, surgem novas tendências no mundo do varejo e do comércio eletrônico.

De tecnologias de varejo inovadoras a novos canais de vendas surpreendentes, aqui estão oito das principais tendências de varejo inovadoras para ficar de olho em 2021.

Tendência de varejo nº 1: Comércio Social

O aumento das compras online deste ano veio para ficar, especialmente devido aos obstáculos apresentados pela pandemia COVID-19 e o fechamento de lojas físicas. De acordo com um estudo recente, em 2020, quase 41% dos clientes disseram que estavam comprando online para coisas que normalmente comprariam na loja.

O comércio social – experiências de compra nativas em uma plataforma de mídia social – oferece aos compradores uma maneira ainda mais perfeita de fazer compras online. Em vez de clicar em um site de terceiros, os usuários podem fazer compras diretamente do aplicativo ou site de mídia social.

E o comércio social está em alta. Só em 2020, vimos uma parceria entre o TikTok e o Shopify, uma expansão das lojas nativas do Snapchat para marcas e a introdução das lojas do Facebook.

As lojas são vitrines personalizadas para empresas no Instagram e no Facebook. Os vendedores podem criar coleções de produtos apresentados, bem como modificar a aparência de sua loja com banners, imagens, cores e botões. A mesma loja pode ser acessada no Facebook e no Instagram, portanto, uma vez configurada, os vendedores têm o potencial de alcançar um amplo público global em duas plataformas.

Com o Shops, o Facebook está atendendo mais diretamente às marcas do que no passado. Isso faz parte do esforço do Facebook para criar uma experiência de compra personalizada para os usuários no destino “Loja” do aplicativo, que esperamos se tornar mais proeminente para os usuários em um futuro próximo.

Em 2021, podemos esperar ver o comércio social se tornar uma parte ainda mais integrante da experiência de comércio eletrônico para marcas e compradores.

Tendência de varejo nº 2: uma nova abordagem para os Influenciadores Digitais

O marketing de influenciadores costumava envolver selfies, legendas cuidadosamente construídas e fotos de produtos altamente editadas. Mas em 2020, vimos uma grande mudança na forma como marcas e influenciadores trabalham juntos. O conteúdo do influenciador mudou lentamente para uma estética real e crua, e essa mudança continuará em 2021.

O público confia em marcas que exibem vozes autênticas, e os usuários mais experientes de hoje podem identificar um anúncio excessivamente produzido a quilômetros de distância. Marcas que não priorizam a autenticidade em suas parcerias com influenciadores podem dar adeus ao alto engajamento e ROI no próximo ano. É hora de focar no conteúdo de um influenciador exclusivo que prioriza educação, entretenimento e a experiência do espectador.

De uma perspectiva de mix de mídia, o vídeo será o meio mais importante de 2021 para parcerias com influenciadores. Com muitas lojas físicas fechadas, os compradores não podem experimentar roupas ou testar gadgets na loja – e um vídeo é a segunda melhor opção.

Na verdade, as marcas já começaram a fazer parceria com influenciadores para criar e compartilhar conteúdo no IGTV, Instagram Live, TikTok e Instagram Reels para construir e fomentar comunidades digitais. Veja a autoridade de fitness Bandier, por exemplo. Bandier faz parceria com líderes da indústria para realizar treinos no IG Live e, em seguida, publica os vídeos na IGTV para quem perder a transmissão ao vivo. É uma forma de reunir a comunidade da marca por meio de um interesse comum, ao mesmo tempo que demonstra a durabilidade de seus equipamentos.

PDV | Amazon GO

Tendência de varejo nº 3: lojas online em espaços offline

Muitas marcas nativas digitais diretas ao consumidor, como Bonobos, Glossier, Casper e Warby Parker, começaram online, mas desde então lançaram e expandiram sua presença física nos últimos anos. A maioria das marcas digitais que abrem lojas vende roupas, o que faz sentido; é uma categoria em que os compradores se beneficiam da interação pessoal com o produto.

No ano passado, especialistas em imóveis previram que marcas digitalmente nativas abririam 850 lojas físicas nos próximos 5 anos, sendo Nova York o destino mais popular. E embora a pandemia de COVID-19 tenha, sem dúvida, retardado a abertura de novas lojas físicas, ainda estamos vendo experiências off-line de marcas que antes só eram on-line, e continuaremos vendo em 2021.

Considere a inauguração da primeira loja física da Amazon Fresh Grocery em setembro, por exemplo. A loja Amazon Fresh é uma nova mercearia projetada desde o início para oferecer uma experiência perfeita de compra de alimentos, estejam os clientes comprando na loja ou online.

Esta nova iniciativa da Amazon traz a facilidade e acessibilidade do comércio eletrônico para compras em supermercados de tijolo e argamassa. A mercearia Amazon Fresh oferece entrega e coleta no mesmo dia, bem como coleta e devolução de pacotes na Amazon.com. A Amazon também lançou o Amazon Dash Cart para ajudar os clientes a pular a fila do caixa.

Em 2021, podemos esperar ver marcas – varejistas gigantes e marcas DTC menores – continuar a criar experiências off-line que alavancam a tecnologia e a conveniência do comércio eletrônico.

Tendência de varejo nº 4: ainda mais experiências de compras movidas a RA

Realidade aumentada (AR), aprendizado de máquina, e a inteligência artificial (IA) veio para ficar. De acordo com uma pesquisa global da Nielsen de 2019, os consumidores listaram a realidade aumentada e virtual como as principais tecnologias que procuram para ajudá-los em suas vidas diárias, com 51% dizendo que estariam dispostos a usar a tecnologia AR para avaliar os produtos.

E, embora a RA no varejo não seja nova (o Facebook fez grandes movimentos de RA em 2018), ela deixou de ser uma coisa boa para se tornar uma parte essencial das ofertas de comércio eletrônico dos varejistas.

Como muitos compradores continuam a confiar nas compras online durante a pandemia, os varejistas utilizam a tecnologia AR para preencher a lacuna entre o digital e o físico. Na verdade, o 2020 U.S. Retail Index da IBM relata que COVID-19 acelerou a mudança para as compras digitais em cerca de cinco anos.

Embora marcas como IKEA, Home Depot e Target tenham experiências de compra de AR proprietárias, o comércio alimentado por AR não se destina apenas a mega marcas.

No ano passado, a Shopify lançou o Shopify AR, um kit de ferramentas fácil de usar para as empresas criarem suas próprias experiências de AR para mostrar seus produtos aos clientes. E funciona: o Shopify relata que as interações com produtos com conteúdo de RA mostraram uma taxa de conversão 94% maior do que produtos sem RA.

Em suma, procure mais marcas aproveitando os recursos de AR em 2021 – e mais compradores procurando essas experiências de AR para tomar decisões de compra.

Tendência de varejo nº 5: Marcas criativas na Amazon

Mesmo que novas experiências de compra continuem a surgir, a Amazon reina suprema quando se trata de mercados online. Durante o segundo trimestre de 2020, a Amazon gerou sua maior receita líquida até então – quase 88,91 bilhões de dólares americanos – ainda maior do que durante o trimestre de compras natalinas (quarto trimestre) em 2019.

Para marcas na Amazon, construir o valor da marca pode ser um desafio. Mas uma identidade de marca forte é crucial para se conectar com os compradores e estabelecer confiança. As boas notícias? A Amazon introduziu mais ferramentas do que nunca para as marcas criarem identidades de marca exclusivas na Amazon, incluindo:

 – Vídeo patrocinados

 – Imagem Personalizada de Marcas Patrocinadas

 – Histórias de marca (conteúdo A++)

 – Amazon Posts

 – Amazon OTT

Esperamos que a Amazon continue a apoiar as habilidades das marcas de anunciar e diferenciar de forma criativa suas identidades de marca até 2021.

Tendência do varejo nº 6: Marcas éticas e baseadas em valores em ascensão

Transparência, valores e ética nunca foram tão importantes para os compradores – o que significa que as marcas precisam priorizá-los o mais rápido possível.

71% dos consumidores preferem comprar de marcas que se alinham com seus valores. E, de acordo com a Forrester, os clientes estão cada vez mais avaliando produtos e marcas com base na ética e nos valores de uma empresa, com 41% dos consumidores americanos buscando ativamente comprar de uma empresa associada a ideais sociais, ambientais e políticos.

Para as marcas, essa mudança para consumidores baseados em valores significa que marcas que tradicionalmente são menos acessíveis não serão mais capazes de se safar escondendo quaisquer práticas comerciais incompletas ou operações que não agridem o meio ambiente.

Oferecer transparência genuína e assumir uma posição sobre questões éticas pode ser arriscado para as marcas, mas, quando feito da maneira certa, pode construir lealdade e confiança duradouras do cliente.

Tendência de varejo no. 7:  Entrega no mesmo dia (ou mais rápida)

Não seria uma comparação de tendências de varejo sem mencionar o cumprimento, especialmente quando as vendas da Amazon, pioneira em remessas no mesmo dia, estão mais altas do que nunca.

Parece que as expectativas do cliente em relação ao tempo de envio estão ficando cada vez mais rápidas. Primeiro veio 2 dias com a ascensão do Amazon Prime, depois no dia seguinte e no mesmo dia. E as grandes lojas estão seguindo os passos da Amazon, com a Target aumentando seu serviço Shipt e o Walmart expandindo suas opções de entrega expressa em duas horas.

Mas, na era da gratificação instantânea, os clientes querem seus pedidos o mais rápido possível. E os pedidos atendidos na loja no mesmo dia estão tendo mais tração de clientes e marcas. A PwC relata que 88% dos consumidores estão dispostos a pagar pela entrega no mesmo dia ou mais rápida. Do Prime Air da Amazon – que usa tecnologia de drone para entregar os pedidos dos clientes em 30 minutos ou menos – ao aumento das startups de robôs de entrega, a entrega está ficando cada vez mais rápida.

Embora o envio no mesmo dia esteja longe de ser um novo conceito – em 2018, 51% dos varejistas de comércio eletrônico já ofereciam entrega no mesmo dia – provavelmente veremos isso se tornar a norma e além, conforme a tecnologia e os padrões de atendimento de pedidos evoluem em 2021.

Tendência de varejo nº 8: Aumento na compra de sistemas sonoros inteligentes

Parece que todo mundo hoje em dia tem um Amazon Echo ou Google Home.

As vendas de alto-falantes inteligentes atingiram um novo recorde em 2019, um aumento de 70% em relação a 2018. E ainda está crescendo: em 2025, as projeções sugerem que o mercado global de alto-falantes inteligentes pode crescer para mais de 35,5 bilhões de dólares americanos.

87,7 milhões de adultos nos EUA possuem um alto-falante inteligente – o que equivale a uma taxa de adoção de mais de um terço dos consumidores.

Então, com os alto-falantes inteligentes já sendo uma commodity para tantos consumidores, como a tendência irá progredir no próximo ano?

Os alto-falantes inteligentes Amazon Echo e Google Home se tornaram ferramentas essenciais para muitos compradores online, especialmente porque todos nós gastamos mais tempo em casa durante a pandemia. Cerca de 20% dos proprietários de alto-falantes inteligentes os utilizam para atividades de compras, como pedidos de produtos, realização de pesquisas de produtos ou rastreamento de entregas. Espera-se que esse número pule para 52% nos próximos quatro anos.

À medida que avançamos para 2021, podemos esperar ver mais consumidores comprando online sem nunca ter que olhar para uma tela, especialmente na Amazon. Mas mesmo as marcas que não estão na Amazon podem aproveitar a tecnologia de alto-falante inteligente e pesquisa por voz. Eis o porquê: quando um assistente de voz fornece uma resposta, ele também permite que os usuários abram o site onde a resposta foi encontrada. Para marcas que priorizam SEO otimizado para voz, isso pode significar um aumento no tráfego.

Com quais tendências de varejo cada dia mais inovadoras você está mais animado para 2021? Comente abaixo e deixe-nos saber! Gostou do nosso conteúdo? Divida com seus amigos.

Renato Santinon

Founding Principal na MDM Promocional – Trade Marketing and Merchandising Intelligence (info@pdvnews.com.br)

Feltrinelli Piazza Piemonte, il primo PDV concept ibrido

14 de dezembro de 2020 |

Riapre, dopo 3 mesi di lavori, laFeltrinelli Piazza Piemonte, a Milano, una delle più grandi librerie del gruppo editoriale e retail, proponendo un nuovo paradigma in cui tutte le esperienze culturali, dal libro alla musica, dal gioco all’apprendimento all’incontro, passano dal fisico al digitale senza soluzione di continuità.

I visitatori possono curiosare tra i 45.000 libri presenti direttamente sugli scaffale, i dischi e i vinili dell’area musica & home video, sfidarsi nell’area comics & games, immergersi nei profumi del corner Potafiori, godersi una pausa nella nuova caffetteria Red. Ler Mais

I supermercati promossi dai consumatori italiani, Esselunga in testa

14 de dezembro de 2020 |

Meglio il governo o il supermercato? Il voto unanime dei consumatori italiani in tempi di Covid è andato alla grande distribuzione, che per i cittadini ha saputo reagire all’emergenza non facendo mai mancare l’essenziale sugli scaffali anche nei momenti più bui. Se la lotta alla carta igienica vista in Usa qui non c’è stata, ha colpito favorevolmente anche il rapido passaggio all’e-commerce e al delivery, e gli alti protocolli di sicurezza attivati anche all’interno dei punti vendita. Ma quali sono i punti di forza del retail e quali le leve da attivare per continuare a sviluppare il business? A queste domande cerca di rispondere la prima edizione della ricerca Italian Grocery Retailer Preference Index (RPI) effettuata da Dunnhumby società di data science del gruppo inglese Tescoche ha l’obiettivo di spiegare il rapporto tra legame emotivo dello shopper (la fiducia verso l’insegna) e lo share of wallet (quanto spende) e di indicare le strategie per una crescita sostenibile in futuro.

Le scelte degli italiani tra premium e discount
Nella ricerca effettuata nel settembre scorso su 16 insegne e un campione di 3mila persone, Esselunga (che venerdì ha ufficializzato la partnership con il Coni e sarà fornitore ufficiale di Casa Italia alle Olimpiadi di Tokyo) è risultata quella che soddisfa maggiormente i consumatori – prima su 5 fattori su 6- seguita da Conad, Coop e Eurospin. «Risultato ottenuto – spiega Gianluca Carrera, Chief Solutions Officer di Dunnhumby_- grazie al giusto mix tra prezzo percepito, varietà di prodotti, posizionamento e servizio con offerte mirate». La leva del prezzo è la prima per importanza in Italia, aggiunge Carrera, a differenza di Spagna e Portogallo dove invece è la praticità (velocità alla cassa, posizione e facilità d’acquisto) il primo criterio di scelta. Per questo Eurospin e anche Lidlhanno raggiunto un buon piazzamento, poiché riescono ad offrire prezzi bassi, a fronte di prodotti più che accettabili. Quello a cui si assiste in Italia è la polarizzazione tra operatori premium e discount. Cinque insegne si spartiscono il 52% del mercato mentre in paesi come Germania, Francia e Regno Unito la quota è tra il 75% e l’80%.Un tessuto commerciale fatto di pmi, con pochi dipendenti, modesti fatturati e scarsa propensione al cambiamento. Ler Mais

A importância da aplicação do planograma no Ponto de Venda.

14 de dezembro de 2020 |
Entenda os riscos de não ter um planograma definido para seus produtos.

Entenda os riscos de não ter um planograma definido para seus produtos.

Quantas vezes você entrou em um supermercado, petshop ou farmácia e, procurando um produto que você compra com frequência, foi direto ao lugar onde ele fica, sabendo exatamente sua posição na gôndola ou ponto natural de vendas?

Para o shopper (ou seja, o consumidor), encontrar o produto de forma fácil é parte de uma experiência positiva no ponto de venda (PDV). O planograma tem objetivo simples: orientar o posicionamento de um produto no PDV. Mas a disputa pelo espaço disponível pode fazer da prática uma missão de muito esforço.

O que é planograma?

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