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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 19 Nov, 2019

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compra Archives - PDV News

Vigor Alimentos compra 50% da Itambé

24 de fevereiro de 2013 |

A Vigor Alimentos comprou 50% da Itambé por R$ 410 milhões, divulgou nesta quinta-feira (21) a empresa.

Pelo acordo assinado, a Vigor promete investir a quantia na Itambé Alimentos e a CCPR (Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda.), dona da marca, vai manter os 50% restantes da empresa.

A conclusão da operação ainda está sujeita à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

O investimento na Itambé vai acelerar a Ler Mais

Lenovo compra CCE

6 de setembro de 2012 |
Com investimento de R$ 300 milhões, companhia chinesa quer aumentar sua participação no mercado nacional. Juntas, marcas possuem 7% do negócio de computadores no país

DIAGEO COMPRA YPIOCA

28 de maio de 2012 |

O grupo britânico de bebidas Diageo, produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff, anunciou nesta segunda-feira (28) um acordo para comprar a marca Ypióca de sua família controladora, além de parte dos ativos de produção e distribuição da cachaça, num negócio de cerca de 300 milhões de libras (cerca de R$ 900 milhões).

Com isso, o grupo britânico espera ter metade das suas vendas em mercados emergentes até 2015.
Assim como outros grupos internacionais de bebida, a Diageo tenta se fazer presente em países emergentes para compensar a demanda instável na Europa.  
Ypióca é líder no segmento premium de cachaça
A Ypióca é a terceira maior marca do mercado de cachaça e líder de um segmento de rápido crescimento dessa bebida, o premium. A cachaça responde por cerca de 80% da indústria brasileira de bebidas destiladas. 
Fundada em 1846 e com sede em Fortaleza, a Ypióca emprega cerca de 3.200 funcionários e tem cinco fábricas no país. 
Diageo aposta em mercados emergentes
“O Brasil é atrativo, um mercado de rápido crescimento para a Diageo, com demografia favorável e crescente renda disponível. A aquisição da Ypióca nos dá a marca premium líder na maior categoria local de bebidas destiladas”, disse o presidente-executivo da Diageo, Paul Walsh.
O grupo Diageo há muito tempo negocia com a dona da Jose Cuervo para ter uma parte da marca líder de tequila, avaliada em mais de US$ 3 bilhões. Algumas fontes dizem que as negociações esfriaram por causa de problemas relacionados ao controle da marca.
A companhia londrina recentemente investiu em negócios como a Mey Icki (Turquia) e ShuiJingfang (China) para aumentar as vendas nos países emergentes, que atualmente respondem por quase 40% do total da Diageo. 
Negócio
A Diageo disse que a aquisição da Ypióca deve ser neutra para o lucro no primeiro ano de controle e cobrir o custo de capital até o quinto ano após a aquisição, o que analistas dizem estar em linha com os negócios recentes. O grupo britânico não deu números exatos de lucro para a companhia brasileira. 
“Nós consideramos positivo esse tipo de negócio em países emergentes, dando a liderança em marca premium local e sinergia em distribuição a médio prazo para as bebidas destiladas internacionais da Diageo”, disse a analista do UBS, Melissa Earlam. 
Ela estima que a Diageo tenha pago 19 vezes o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) pelo negócio e estima uma margem Ebtida de 25% nas vendas anuais de 60 milhões de libras.  
(Com informações da Reuters)

General Mills paga R$ 2 bi pela Yoki? Será?

13 de fevereiro de 2012 |



A americana General Mills, quinta maior empresa de alimentos do mundo, acaba de comprar a fabricante brasileira de alimentos Yoki. Ambas as empresas não confirmam o negócio, mas de acordo com informações publicadas na edição dessa segunda-feira, 13, pelo jornal O Estado de S. Paulo, a operação está avaliada em R$ 2 bilhões.

Famosa por suas pipocas de micro-ondas, a Yoki sucedeu a marca Kitano, sobrenome do seu criador, Yoshizo Kitano, que fundou a empresa em 1960. Suas nove plantas industriais distribuídas em seis Estados fabricam desde salgadinhos a sucos prontos, somando mais de 610 itens diferentes e um faturamento da ordem de R$ 1,1 bilhão em 2010. A venda da empresa pode estar ligada à ausência de sucessores, além de desentendimentos entre os familiares que administravam o negócio.
A transação significa o retorno da General Mills ao mercado brasileiro. A multinacional chegou ao Brasil em 1956 com a aquisição da Frescarini, seguida do lançamento da marca Häagen-Dazs e da compra da Forno de Minas. O recuo das vendas de massas a partir dos anos 2000 fez com que a empresa mudasse a sua operação para a Argentina. Sete anos depois decidiu regressar, mas o plano foi prejudicado por um incêndio na fábrica da Frescarini, que praticamente tirou a marca de circulação. Em 2009, a Forno de Minas foi vendida para a família fundadora da empresa de Contagem (MG) e a General Mills passou a operar no País somente com a importação da linha Häagen-Dazs.
História
A General Mills foi fundada em 1866 pelos irmãos Washburn, às margens do Rio Mississippi, na cidade de Minneapolis (EUA). Hoje, estima-se que a empresa comercialize mais de cem marcas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas nos Estados Unidos é a farinha Gold Medal. A empresa é dona ainda dos iogurtes Yoplait, dos cereais matinais Cheerios, Life e Wheaties, doces, muffins e brownies da Pillsbury, vegetais congelados da marca Green Giant, barras de cereais Nature Valley, além dos produtos Häagen-Dazs, entre outros.