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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 20 Oct, 2020

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Será que com a morte do mestre Saramago suas obras enfim se esgotarão nos Ponto de Venda? - PDV News

Hojé além de ter amanhecido um dia frio e cinzento é também um dia muito triste, perdemos nosso mestre José Saramago, enquanto escrevo isso nem me importo com o gol que a Alemanha acaba de perder de penálti contra Sérvia, depois de muito refletir, decidi dedicar umas poucas palavras a uma pessoa que dedicou a vida pela humanidade e pela cultura, nos próximos dias iremos ver seus livros, desculpe suas obras serem devoradas nos PDV´s (livrarias on e off-line) por aqueles que nunca nem prestaram um segundo sequer de atenção ao seu rico conteúdo.

José Saramago
Sobre Saramago

Morreu nesta sexta-feira (18) em Lanzarote (Ilhas Canárias), o escritor português José Saramago, aos 87 anos. Saramago ganhou o Prêmio Nobel da Literatura em 1998.

O escritor nasceu em 1922, em Azinhaga, aldeia ao sul de Portugal, numa família de camponeses.

Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou como serralheiro, mecânico, desenhista industrial e gerente de produção numa editora.

Em 1980, alcança notoriedade com o livro Levantado do Chão, visto hoje como seu primeiro grande romance. Memorial do Convento confirmaria esse sucesso dois anos depois.Começou a atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado. Voltou a publicar livro de poemas em 1966. Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no Diário de Lisboa. Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. Acuado pela ditadura de Salazar, a partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor.

Em 1991, publica O Evangelho Segundo Jesus Cristo, livro censurado pelo governo português – o que leva Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde viveu até hoje.

Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998.

Entre seus outros livros estão os romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995), Todos os Nomes (1997), e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7).

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