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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 11 Jul, 2020

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Geral Archives - Página 846 de 848 - PDV News

Matte Leão

9 de fevereiro de 2006 |

[MATTE+VISUAL.jpg]


A MATTE LEÂO apresenta uma variedade de mais de 100 tipos de chás secos e prontos para consumo, disponíveis em embalagens práticas para atender todos os perfis de consumidores, suas preferências e necessidades, matando todos os tipos de sede. Permitindo ao consumidor fazer inúmeras combinações, misturando frutas, leite ou especiarias, somente MATTE LEÃO “Casa com Tudo”, além de ser saudável.
Os índios guaranis foram os primeiros a usar folhas e talos da planta Ilex paraguariensis, ou erva-mate, nativa do sul do Brasil. Depois do século XVII, a erva começou a ser comercializada em escala industrial. Em 8 de maio de 1901, no Paraná, junto aos ervais naturais, Agostinho Ermelino de Leão Júnior fundou a Fábrica Santo Agostinho, iniciando um novo capítulo na história do beneficiamento do mate. No início, Leão Júnior exportou mate na forma de chimarrão para a Argentina, Uruguai e Chile. Quando Leão Junior faleceu em 1908, sua mulher, Maria Clara, assumiu os negócios. Um incêndio destruiu a fábrica em 1912 e a empresa mudou-se para Curitiba. Depois de um período de recuperação, as exportações da empresa chegaram a 5 mil toneladas por ano no começo da década de 20.
Os caminhos para a liderança de mercado começaram a ser abertos em 1926, quando a LEÃO concluía a construção de instalações com um ramal ferroviário próprio para escoar a produção para o Porto de Paranaguá, que exportava para Montevidéu e Buenos Aires. Um outro incêndio, em 1930, queimou esta nova fábrica, que tinha geração própria de energia elétrica, terminal ferroviário exclusivo e uma vila de casas para operários. Inovadora também no tratamento da imagem, na década de 30 a Leão Junior & Cia prepara o primeiro filme para divulgar seus produtos, avançando no mercado nacional. Durante essas primeiras três décadas, a empresa diversificou suas atividades atuando também nos setores de madeira, café, moagem de trigo, pecuária, mineração, navegação fluvial e seguros.

Os caminhos para a liderança de mercado começaram a ser abertos em 1926, quando a LEÃO concluía a construção de instalações com um ramal ferroviário próprio para escoar a produção para o Porto de Paranaguá, que exportava para Montevidéu e Buenos Aires. Um outro incêndio, em 1930, queimou esta nova fábrica, que tinha geração própria de energia elétrica, terminal ferroviário exclusivo e uma vila de casas para operários. Inovadora também no tratamento da imagem, na década de 30 a Leão Junior & Cia prepara o primeiro filme para divulgar seus produtos, avançando no mercado nacional. Durante essas primeiras três décadas, a empresa diversificou suas atividades atuando também nos setores de madeira, café, moagem de trigo, pecuária, mineração, navegação fluvial e seguros.

A partir de 1969, a empresa detona a rotina de lançamento de produtos com o MATTE LEÃO concentrado em garrafa, seguido em 1973 pela criação do mate em saquinho, inicialmente nos sabores natural e limão; e o chá mate tostado solúvel para ser preparado instantaneamente, adicionando-se água quente ou gelada. No ano de 1983, mais uma vez antecipando-se as tendências de consumo de produtos naturais lançou os chás de ervas, iniciando com os sabores camomila (uma das mais populares ervas originárias da flora européia e do Ocidente Asiático), capim-cidreira, erva doce (produzido a partir da seleção dos frutos da planta, garantindo o sabor anisado e particularmente adocicado do chá), boldo e hortelã. Mas foi no verão de 1987, com o lançamento do chá pronto para beber nos copinhos de 300 ml, focado inicialmente em vendas nas praias cariocas, que a marca viu suas vendas dispararem.
A produção de diferentes embalagens para o chá líquido – 330ml, 500ml, 1,5 litro, além dos copos de 300ml – se dá em 2002, com a inauguração da fábrica do Rio de Janeiro. Em 2004, a Leão investe em chás funcionais e lança sua linha de chás mistos, combinações de sabores e propriedades de diversas ervas sob medida para situações e consumidores com necessidades específicas como a versão Boa Noite (aroma e sabor suaves, sendo companhia ideal para as ocasiões de relaxamento), Silvestre (resultado da combinação de aromas de morango, framboesa e groselha preta, frutas típicas das florestas européias), Pomar (mistura suave de aromas de pêssego, maçã, cereja e laranja) e o Tropical (delicada combinação dos sabores marcantes do maracujá, manga, abacaxi, maçã e banana). A expansão da linha trouxe inovações, como as muitas opções de sabores: mate sabor limão, pêssego, mate com guaraná, iced tea (deliciosa bebida que combina a tradição do chá preto com o toque sutil dos sabores pêssego e limão).
Em 2006, a empresa torna a inovar e lança o Green Tea, chá verde pronto para beber sem caloria. Na linha seca foram criados chás verdes com sabores, chá preto com canela e a linha sabores de inverno com o chá MATTE LEÃO sabor chocolate com caramelo. Tanto sucesso chamou a atenção da The Coca-Cola Company, que comprou a empresa no início de 2007. Neste mesmo ano introduziu o Green Tea Spree, primeiro chá verde com limão de baixa caloria pronto para beber levemente gaseificado do Brasil. A última novidade recente da marca, introduzida em 2009, foi o Matte Leão Concentrado com sabor caseiro e marcante do Matte, sendo extremamente rentável para quem tem o hábito de tomar mate em todas as ocasiões.
Durante quase um século Leão Júnior investiu em expansão e qualidade de infra-estrutura, recursos humanos e produção, para consolidar sua liderança e tornar-se o maior complexo industrial de erva-mate e chás do Brasil. E conseguiu. Hoje, a empresa responde por 85% do mercado brasileiro de chá-mate.

Nova identidade visual: Em 2008 a MATTE LEÃO promoveu mudanças no visual da marca. A antiga identidade visual substituída pelo nome LEÃO nas linhas de chás secos e também de líquidos. No entanto, a marca MATTE LEÃO, foi mantida nos produtos que levam a erva-mate. Trata-se da primeira grande alteração na marca desde que a Coca-Cola comprou a empresa em 2007. O projeto incluiu também a reformulação das embalagens, Onde a figura do Leão foi re-estilizada e ganhou novo contorno. A mudança ocorreu porque o nome MATTE LEÃO funcionava muito bem para o chá-mate. Mas para as outras linhas, principalmente de chás secos, havia a necessidade de dar mais força para o LEÃO.


Fonte: Mundo das Marcas.

Marcas: Pirassununga 51

4 de fevereiro de 2006 |

Para milhões de brasileiros a expressão “uma boa idéia” representa o simples ato de encostar em um balcão e pedir uma dose de pinga, ou cachaça como agora é chamada a bebida. Mas não de qualquer marca: ela tem que vir em uma inconfundível garrafa transparente e com o número 51 grafado no rótulo. Foi assim que a Cachaça 51 se tornou uma das bebidas mais populares, não somente no Brasil, mas também no mundo.

A história
A tradicional caninha ou cachaça PIRASSUNUNGA 51 começou a ser fabricada no ano de 1951, num minúsculo alambique da cidade de Pirassununga, interior do estado de São Paulo, engarrafadas em vasilhames de 600 ml. Em relação ao nome da tradicional marca, uma lenda conta que a Caninha 51 tem esse nome porque seus produtores, supersticiosos daqueles que correm de gato preto, armazenavam a melhor aguardente da safra sempre no mesmo barril, o de número 51. Outra lenda garante: 51 foi a quantidade de doses que um mendigo de Pirassununga conseguiu tomar num único dia – 50 para ele e uma “para o santo”. Porém, a verdade, é que o produto tem este nome porque foi lançado em 1951. Oito anos depois, a pequena empresa engarrafadora de aguardente, que até então se encontrava desativada, foi comprada pela família Müller, que transformou o negócio numa grande MARCA.

Guilherme Müller Filho tinha nesta pequena empresa um velho tonel de madeira, uma enchedora, uma tampadora manual de garrafas, alguns pertences e a marca 51. Parecia pouco, mas foi o suficiente para começar uma grande história de sucesso. Enquanto os sócios cuidavam da área administrativa da empresa, Guilherme comercializava a aguardente na região, transportando-a dos engenhos para a empresa. Tudo em tanques de madeira no seu fiel Ford F-8. A empresa engarrafava a Cachaça 51 em vasilhames de cerveja de 600 ml. O grande salto de popularidade da bebida, porém, se deu no fim dos anos 60, quando ocorreu a migração para uma garrafa de vidro branca com 1 litro, similar a que é até hoje usada e que ganhou, entre o público, o apelido de “litro transparente”. A Cachaça 51 tornou-se mais atraente com o novo rótulo e o lançamento do conta-gotas de alumínio. Para garantir a demanda do mercado em expansão, que de São Paulo seguia para Goiás, Minas Gerais e Paraná, Müller Filho importou a mais moderna linha de engarrafamento da época.


Em 1976, a empresa comprou a Fazenda Taboão, em Pirassununga, onde hoje está instalada a maior engarrafadora da companhia. A expansão gerou recordes de produção graças aos investimentos em tecnologia e à valorização do funcionário. A década de 80 começa com grandes investimentos na formação de equipes de gerentes, vendedores e promotores para atender o mercado sempre em expansão. Em 1982, a empresa implementa novas estruturas organizacionais e escritórios comerciais em todas as regiões do Brasil, otimizando o contato com seus clientes. Em 1983, passa a se chamar Caninha 51 Ind. e Com. de Bebidas Ltda. Na mesma década, outro fato fundamental para o crescimento da marca 51 foi o investimento em pesquisas de mercado, para conhecer cada vez mais o consumidor e assim oferecer produtos que atendessem as suas exigências.


Na década de 90, a empresa recebeu o nome de Indústrias Müller de Bebidas Ltda e deu início ao processo de exportação da marca 51, que no exterior foi batizada de Cachaça 51 e é reconhecida como um produto genuinamente brasileiro. O primeiro lote de bebida foi exportado para o Japão. Foi nesta década que a empresa começou a diversificar a linha de produto com a marca 51 ao introduzir o Caipirinha Mix 51, que através de uma tecnologia avançada e pioneira de liofilização, reunia limão e açúcar num único conjunto, para ser misturado diretamente na cachaça, criando uma espécie de caipirinha instantânea. Em 1998, a empresa muda para o nome Companhia Müller de Bebidas.


O novo milênio começa com uma grande novidade, quando a empresa, em 2002, lançou um produto inovador, a 51 ICE, primeiro composto de cachaça pronto para beber (ready to drink) em quatro sabores (tangerina, maracujá, lima e limão). O novo produto chegou mostrando que a investida era para valer: rótulo importado da França, slogan em inglês (“Good Idea”) e preço superior ao das concorrentes feitas à base de vodca. No ano de 2004, com o slogan em inglês “51, the Brazilian Spirit” (51, O Espírito Brasileiro), a empresa, em uma ação ousada, espalhou 7.897 painéis e 132 outdoors por Portugal para apresentar oficialmente a cachaça PIRASSUNUNGA 51 aos amantes do futebol atraídos pela realização da Eurocopa (campeonato de futebol europeu). A campanha, que custou R$ 4.5 milhões, tinha como protagonista a caipirinha, apresentada num arranjo que evocava a bandeira verde-amarela. Foi a verdadeira estréia da bebida no mercado do velho continente.



Propagandas que fizeram história
O slogan “Uma boa idéia” foi criado em 1978 pela agência de publicidade Lage Stabel & Guerreiro e se transformou em ditado popular. Esse conceito tinha como um dos seus grandes diferenciais o fato de não estar focado diretamente nos atributos clássicos do produto (como sabor, qualidade, preço, etc.), mas sim no hábito de seu consumo. Atribuía aos seus consumidores uma qualificação especial, inserindo-as num rol de privilegiados que, ao pedir uma Cachaça 51, têm sempre “Uma Boa Idéia”. Mais que um slogan de sucesso e de lembrança para os consumidores, ele se tornaria um marco para o mercado publicitário brasileiro, sendo a primeira cachaça com comunicação profissional e integrada.



Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Lançamento:
1951
● Criador:
Desconhecido
● Sede mundial:
Pirassununga, São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Companhia Müller de Bebidas
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Luís Augusto Müller
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 1.500
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Cachaça
● Ícones:
A garrafa transparente da cachaça
● Slogan: Uma boa idéia.
● Website:
www.ciamuller.com.br

A marca no mundo
Atualmente a 51 é exportada para mais de 50 países, como Chile, Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Itália, Suíça e Japão com o nome oficial de CACHAÇA 51. No mercado internacional, a CACHAÇA 51 é a quinta bebida destilada mais consumida. Além da tradicional garrafa de 1 litro que abastece o mercado nacional, onde a marca possui 33% de participação de mercado, e o mundo, existe também uma versão de 500ml, feita em vidro, e a lata de 350ml. No maior mercado consumidor do país, a Grande São Paulo, a Cachaça 51 chega a ser responsável por mais de 50% do total consumido.

Você sabia?
A empresa tem duas fábricas: uma em Pirassununga, interior de São Paulo, e outra em Recife, destilando 300 milhões de litros de pinga por ano e presente nas prateleiras de 900 mil pontos-de-venda no Brasil.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding, e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 24/1/2009

Häagen-Dazs

14 de janeiro de 2006 |



Depois do surgimento da marca HÄAGEN-DAZS, tomar um simples sorvete se tornou algo nobre, um enorme prazer. Muito mais que sabores exclusivos e exóticos, o hábito de tomar HÄAGEN-DAZS é saborear uma grife com exclusividade. Como diz o slogan brasileiro “Todo mundo se derrete por ele”.

A história
A origem do sorvete HÄAGEN-DAZS começou em 1920, quando Reuben Mattus, um jovem empreendedor polaco dotado de paixão e visão na criação de sorvetes finos, trabalhava na empresa de sua mãe vendendo sorvetes de palitos de frutas em uma carroça nas ruas do bairro do Bronx, na cidade de Nova York. Para vender os melhores sorvetes de frutas, ele insistia na utilização dos melhores ingredientes disponíveis no mercado. A empresa da família, chamada Senator Frozen Products, prosperou durante três décadas, quando em 1961, Mattus e sua mulher, Rose, resolveram abrir seu próprio negócio no setor de sorvetes, em virtude da decepção com qualidade dos sorvetes servidos devido à adição de estabilizantes, aditivos, preservativos e quantidades excessivas de ar para aumentar o volume. Os sorvetes de extraordinária qualidade, tendo como matéria-prima o creme de leite fresco, frutas e ingredientes naturais, com um composto de comunicação – marca/design/embalagens/geladeiras – simplesmente irresistível, seria difundido voluntária e espontaneamente pelas pessoas que tivessem o privilégio de experimentá-lo. Nomeou sua marca como HÄAGEN-DAZS, palavra que soava como se fosse dinamarquesa ou holandesa, pois naquela época outras marcas de sorvetes do mercado americano utilizavam nomes escandinavos ou alemães. O nome memorável pela dificuldade de se pronunciá-lo e guardá-lo, deixou as pessoas imaginando, discutindo e até mesmo criando histórias sobre suas origens. Era uma publicidade e tanto sem fazer esforço.


A marca iniciou suas vendas apenas com três sabores: vanilla (baunilha), chocolate e café. Reuben Mattus e sua paixão por qualidade fizeram com que seus sorvetes tivessem um sabor único. Os sorvetes eram feitos com chocolates vindos da Bélgica, café da Colômbia, enquanto a baunilha era importada da ilha de Madagascar. Inicialmente seus produtos eram encontrados somente nos cafés e gourmet da cidade de Nova York, mas não demorou muito para uma rede de distribuição ser implantada, fazendo os sorvestes chegarem à costa leste do país. Em 1973, o sorvete HÄAGEN-DAZS já era conhecido em todo os Estados Unidos. Em 1976, Doris, filha de Mattus, abriu a primeira loja sob a marca HÄAGEN-DAZS. Foi um sucesso imediato e a popularidade levou a rápida expansão das lojas por todo país.


A partir de 1982 a marca começou a sua expansão internacional, ingressando no mercado japonês, que não tardou muito para se transformar no maior mercado da marca. Com a venda da empresa, em 1983, para a Pillsbury Company por US$ 70 milhões, que se comprometeu a manter a alta qualidade do produto, a marca se tornou um fenômeno global, ingressando nos mercados inglês, alemão e francês em 1987. A primeira e única fábrica fora dos Estados Unidos foi inaugurada em 1993 ao norte da França. HÄAGEN-DAZS virou sinônimo de excelência, produzindo sabores distintos como o Vanilla Swiss Almond (baunilha com amêndoas), Butter Pecan, Dulce de Leche (doce de leite), Macadamia, Cookies and Cream (sorvete de baunilha com pedaços de cookies de chocolate), Strawberry Cheesecake, entre muitos outros.


ALL STAR

13 de janeiro de 2006 |


Dizem que quanto mais velho, mais gostoso fica. Surrado, customizado, com cadarço de cores diferentes. Cada um tem seu próprio jeito de usar ALL STAR, o tênis que não sai dos pés de muitas gerações. Jovens e adultos, universitários, roqueiros, profissionais liberais e celebridades, o ALL STAR é sucesso em todas as tribos. Não é de hoje que famosos exibem seus pares. Companhia para todas as ocasiões há quem afirme que não vive sem ele.

A história
A história de um dos maiores ícones americanos, e posteriormente mundial, começou quando Marquis M. Converse fundou a empresa Converse Rubber Company em 1908, na cidade de Malden, estado do Massachusetts. Em 1917, a empresa lançou uma linha de calçados esportivos, incluindo o tênis feito de lona e sola de borracha que revolucionou o basquete criando um calçado inovador para a época, o mundialmente famoso CONVERSE ALL STAR, com o selo de estrela na lateral. Em 1921, Charles “Chuck” Taylor, jogador universitário que logo se tornou profissional, juntou-se a Converse e colocou novas idéias para uma versão do ALL STAR. Ele mudou o desenho da sola para criar mais tração, adicionou uma proteção no calcanhar para melhor apoio e proteção ao tornozelo dos jogadores. Lançado em 1923, o CONVERSE ALL STAR com sua assinatura foi um sucesso instantâneo, sendo o único tênis usado por todos os jogadores de basquete, quer seja profissional ou universitário.

O tênis foi o primeiro modelo produzido para o mercado de massa norte-americano e rapidamente toda a América sucumbe ao modelo que passa a ser o tênis oficial dos jogadores de basquete americanos. O design básico, o conforto, a durabilidade e funcionalidade foram características que determinaram a escolha do CONVERSE ALL STAR como calçado oficial das forças armadas americanas durante a Segunda Guerra Mundial. Até 1947 o ALL STAR só era encontrado na tradicional cor preta. Mas isso mudou com o lançamento do tênis na cor branca, criando assim mais uma opção básica para seus consumidores.

O sucesso continua e nos anos 50 e 60, estrelas de cinema e do rock adotam o ALL STAR. James Dean não saía jamais sem os seus durante a filmagem de “A Fúria da vida”. Bruce Springsteen, Graham Nash e Eddie Van Halen eram vistos utilizando ALL STAR em seus shows. Até 1955, cerca de 100 milhões de espectadores assistiam aos jogos da NBA e o CONVERSE ALL STAR Chuck Taylor tornara-se o calçado número 1 na América. Na década de 60, Hollywood se encanta e utiliza cada vez mais seus produtos no cinema. A distância entre os mundos do esporte e da moda começa a se apagar. Outras marcas iniciaram o desenvolvimento de calçados com tecnologia mais avançada e em materiais mais adequados ao basquete. A empresa responde a esta demanda agregando cores e materiais como o couro; e lançando em 1966 a versão cano curto (conhecida como Oxford) e em cores variadas. É o começo de uma nova história. O ALL STAR firmou seu espaço nos anos 70, quando ganhou definitivamente os pés do rock n´roll. Apesar disso, ALL STAR sentiu a ameaça de perder seu lugar estrelado frente ao crescimento de marcas como Nike, Reebok, Puma e Adidas. Mas o tênis seguiu sua trajetória impulsionada pelo LIFESTYLE.
Foi febre nos anos 80, época da moda “vários em um”. O tênis manteve o modelo clássico, mas a sola era ligada com um zíper à parte de cima, dando a possibilidade de 3 ALL STAR em 1. Também foi lançado o modelo original em couro – chamado de All Star 2000 – e que se tornou um sucesso entre os consumidores, vendendo mais de 1.000.000 de pares. Nesta década algumas personalidades entraram para a história como adeptos dos tênis, entre eles o roqueiro Kurt Cobain, do Nirvana, e os integrantes do Ramones, que acabaram arregimentando usuários entre os fãs de suas bandas. Em 2001, a Converse sofreu com altas dívidas e seus títulos chegaram a valer menos de US$ 1 na Bolsa de Valores. Tal queda lhe valeu lugar no capítulo 11 da lei americana de empresas em falência. Foi neste momento que a CONVERSE foi assumida pelo fundo americano de Footwear Acquisition por €125 milhões. A produção começou a ser realizada na Ásia, e as filiais estrangeiras foram fechadas e convertidas em distribuidores e passaram a ter contratos de licenciados.
A empresa foi comprada pela Nike em 2003 por US$ 305 milhões, quando ainda enfrentava enormes dificuldades financeiras, basicamente pelo valor da marca ALL STAR. Para a Nike, a compra da empresa iria ajudar a ocupar um espaço que a marca ainda não conseguiu tomar: tênis de preço mais baixo. Nos anos seguintes, aos poucos a marca ALL STAR foi reconquistando ex-clientes e outras várias gerações. Outro fator importante para a marca voltar a ganhar força no mercado foi a distribuição. Rede seletiva para distribuir o produto, valor agregada à marca e a comunicação, além de trabalhar com formadores de opinião. Rapidamente o produto voltou a se tornar um básico, um ícone de juventude descolada e moderna. Hoje, com um nome que pesa mais de US$ 2 bilhões em vendas, a líder de calçados esportivos resgatou definitivamente a marca ALL STAR. Não apenas salvou a marca, como transformou o tênis de bico branco em líder entre os varejistas de muitos países. Em 2008 o tradicional tênis completou um século de existência. Embora a idade, a marca de tênis, uma verdadeira estrela no segmento, vestido jovens e velhos, homens e mulheres, crianças de todos os países, nunca foi tão popular e moderna, mesmo tendo que lutar hoje contra a falsificação. Assim assim, a cada ano, centenas de milhões de pares são vendidas no mundo, 30.000 por semana, segundo a marca. Mais do que uma moda, ALL STAR é uma epidemia.

Fonte: Mundo das Marcas

Marcas: Bauducco

7 de janeiro de 2006 |
É difícil imaginar hoje em dia um natal sem o tradicional panettone, um café da manhã sem torrada ou mesmo um lanche sem deliciosas bolachas e bolos. E, é mais difícil imaginar que qualquer desses produtos não venham embalados nas tradicionais embalagens amarelas da BAUDUCCO, um sobrenome italiano que virou sinônimo, especialmente de panettone, e produtos de qualidade quando o assunto confeitaria.
A história
A história da tradicional fábrica de bolachas e bolos BAUDUCCO tem início em 1948, quando o representante comercial Carlo Bauducco chega ao Brasil vindo da cidade italiana de Turim. O motivo para cruzar o Atlântico de navio não era agradável. Ele vinha cobrar uma dívida de máquinas de torrefação de café, importadas por um amigo, também italiano. Apesar de não falar uma palavra em português, conseguiu recuperar parte do dinheiro. Em vez de voltar à terra natal, o italiano então com 42 anos encantou-se pela cidade e decidiu ficar. O bom faro para negócios ajudou-o a perceber que o panetone era pouco consumido em São Paulo, onde havia muitos italianos e descendentes. Dois anos depois de sua chegada ao país ele já estava produzindo Panettone artesanalmente, enxergando a possibilidade de ampliar sua produção e comercializar a deliciosa receita italiana em toda a cidade de São Paulo.
No ano de 1952 foi inaugurada uma pequena confeitaria chamada DOCERIA BAUDUCCO no bairro do Brás, bairro onde se concentravam os imigrantes italianos em São Paulo, que além dos deliciosos panettones, começou a produzir também biscoitos Champanhe, doces, salgados e petit fours. Carlo logo trouxe de Milão seu único filho Luigi para ajudá-lo. Como as vendas ainda precisavam melhorar, o Sr. Bauducco resolveu inovar mais uma vez. Ele teve a idéia de encher um avião de panfletos e “bombardeou” a cidade de São Paulo. Conseguiu ao mesmo tempo divulgar o panettone, desconhecido para muita gente, e vender todo o estoque em apenas três dias.


Curiosamente, Carlo Bauducco não cozinhava. Para cuidar da preparação das guloseimas, o patriarca convidou o conterrâneo Armando Poppa, um habilidoso confeiteiro. Quando Poppa saiu para abrir sua própria doçaria, a Cristallo, em 1953, Carlo trouxe outros especialistas para substituí-lo, mas tomou o cuidado de preservar a fórmula original do doce recheado de frutas cristalizadas. O grande salto, no entanto, foi dado em 1962 com a inauguração da fábrica em Guarulhos. Começava então a passagem de produção artesanal para a produção industrial e o lançamento de novas linhas de produtos. Três anos depois, observando o hábito brasileiro de querer tocar o produto, a marca decidiu criar uma embalagem mais resistente, feito de papelão. Na caixa o Panettone encontrava-se devidamente protegido. O mesmo aconteceu posteriormente com a linha de biscoitos.


Pouco tempo depois, também foi fundamental para a expansão da marca a entrada do produto em supermercados, onde o consumidor comprava por impulso. Nos anos seguintes a BAUDUCCO lançou no mercado brasileiro vários produtos inovadores como a linha de torradas e grissinis, a Colomba Pascal e o panettone com gotas de chocolate, que fisgou os fãs do tradicional doce incapazes de comer frutas cristalizadas. Os produtos BAUDUCCO cruzaram as fronteiras internacionais em 1979 com as primeiras exportações para os Estados Unidos. A década de 80 começou com grandes novidades, como a construção da segunda fábrica em 1983 e os lançamentos de dois grandes sucessos da marca: biscoitos amanteigados e Wafers.

Foi também nesta época que Massimo, neto do fundador da empresa, assumiu o comando da empresa e deu partida em um ambicioso plano de diversificação. Na ocasião, os panetones garantiam quase a totalidade do faturamento. Hoje, eles representam apenas 25%. Num primeiro momento, os Bauducco definiram dois mandamentos. O primeiro: não abandonariam sua vocação, isto é, “produtos de forno”. O segundo: “A gente não admite fazer nada que já existe no mercado”. Foi assim com os sabores inéditos da bolacha wafer, setor no qual a BAUDUCCO se tornou o segundo maior fabricante do mundo.



No ano de 1997, após uma série de pesquisas em profundidade, a BAUDUCCO faz a maior mudança de identidade visual já realizada por uma empresa de alimentos. Modernizando a sua logomarca, adota o amarelo como cor predominante em todas as suas embalagens. O amarelo, entre outras coisas, simboliza a luz do sol e o trigo, base de todos os produtos. Junto com a mudança das embalagens, foi veiculado um filme publicitário contando a chegada da família Bauducco ao Brasil. No ano seguinte a BAUDUCCO recebe, em Londres, o prêmio Design Effectiveness Awards com a embalagem desenvolvida para a sua lata especial de Natal do Panettone. É a primeira vez que uma empresa brasileira de alimentos recebe este prêmio.



Em 1999, com um produto de grande qualidade e versões com recheio, torna-se líder de mercado na categoria de bolos no Brasil. Em 2001, a empresa comprou sua principal concorrente, a Visconti. Essa aquisição consolidou a BAUDUCCO na liderança, com uma fatia de 70% do mercado de panettones. Recentemente, a BAUDUCCO concluiu uma ampla pesquisa para mensurar a aceitação de novos produtos. Sete categorias foram avaliadas. O resultado revela o vigor da marca. Algumas das categorias estão “prontas” para receber a assinatura BAUDUCCO. É o caso de pães, massas e, um pouco depois, chocolates. Itens como molhos prontos não estão descartados.

=
Em 2008, a Pandurata Alimentos, dona das marcas BAUDUCCO e Visconti, anunciou a criação de uma joint venture para a fabricação e distribuição dos produtos Hershey’s no Brasil, incluindo chocolates, bebidas achocolatadas e confeitos. O acordo dará à BAUDUCCO 49% das ações da Hershey’s Brasil.

A linha do tempo
1967
Lançamento da linha de torradas, atitude pioneira no mercado brasileiro.
1970
Lançamento da linha Biskuis, conhecidos como grissinis.
1976
A exemplo da receita italiana do Panettone, começou a produção pioneira da Colomba Pascal (Gran Páscoa) que se transformou em sucesso rapidamente.
1978
A BAUDUCCO inovou mais uma vez ao lançar o CHOCOTTONE, um Panettone com gotas de chocolate no recheio.
1984
Lançamento dos biscoitos amanteigados e wafer.
1988
Lançamento do SALSALITO, primeiro biscoito salgado da marca.
2001
Lançamento do MINI-CHOCOTTONE que leva a mais nova marca da BAUDUCCO KIDS, uma linha infantil de produtos de forno com o licenciamento dos personagens originais do canal Cartoon Network.
Lançamento da Variedades Bauducco, uma caixa com sete tipos diferentes de biscoitos, embalados em porções individuais.
2002
Lançamento do biscoito cracker salgado de porção individual BAUDUCCO TODA HORA.
2003
Lançamento da linha GULOSOS, composta por produtos forneados infantis como bolinhos, biscoitos recheados e wafers.
2005
Lançamento da Torrada BAUDUCCO nas versões Light e Light Integral com redução de 40% de gordura.
Lançamento do GRAN NATALE, panettone especial de 900g (elaborado para paladares requintados) com uvas passas e cobertura açucarada de amêndoas.
2006
Lançamento da MAXI GOIABINHA, uma barrinha com recheio (é claro) de goiabada com baixa caloria (apenas 90), que concorre com as insossas barrinhas de cereal. As barrinhas também foram lançadas nos sabores chocolate e bananinhas.
Lançamento da Colomba Pascal no formato oval.
2007
Lançamento da linha RECHEADINHO, composta por biscoitos com recheios nos sabores goiaba, brigadeiro, morango e chocolate.
Lançamento do Panettone Receita de Família, que traz a receita exclusiva da Família Bauducco, com uvas passas e frutas cristalizadas e uma cobertura açucarada crocante de amêndoas.
Lançamento no mês de outubro da PRIMEIRA FORNADA de panettones que chega para matar a saudade dos amantes de um dos mais tradicionais símbolos natalinos.
2008
Lançamento do Chocottone com Surpresa, contendo um brinquedo exclusivo em 4 modelos diferentes e direcionado para o público infantil.
Lançamento do Choccotone Top (com uma deliciosa cobertura de chocolate) e do Choccotone Maxi (mesma massa do tradicional com exagero de gotas de chocolate ao leite).
Lançamento das novas latas como a Coleção Carlo Bauducco, que homenageia a história do Panettone e da própria empresa, através de imagens antigas de peças publicitárias e fotos históricas da empresa em 2 latas de Panettone 1kg.


O ícone
Existem várias versões sobre a invenção do panettone. Uma lenda conta que um jovem chamado Ughetto, morador da cidade de Milão, na Itália, se apaixonou pela jovem Adalgisa, filha do padeiro. Por não possuir o dote necessário e para conquistar a confiança do futuro sogro, ele se disfarçou de ajudante e criou um pão doce, que se tornou um sucesso de vendas no estabelecimento pelo tamanho incomum e por ter o formato semelhante ao da cúpula de uma igreja. Ele, que não era bobo nem nada, em homenagem ao pai da sua amada colocou o nome dele no pão, que passou a ser chamado de “pane-di-Tone”. O padeiro concedeu a mão de Adalgisa ao esperto aprendiz. Outra história diz que ele foi inventado pelo mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, que preparou a iguaria para uma festa em 1395.


Apesar das belas histórias, para os brasileiros o panetone (bolo recheado de frutas secas e uvas secas que virou uma tradição natalina) “parece ter sido inventado” mesmo pela BAUDUCCO. Mesmo com todas as mudanças ocorridas durante os anos, a empresa continua a utilizar o mesmo processo de fermentação natural, responsável pela leveza do produto. Até o panettone ficar pronto para ser embalado, são necessárias 48 horas, vinte das quais para que a massa cresça lentamente. Este processo garante as melhores características como maciez e sabor inigualáveis e uma massa muito mais úmida e leve. “Caso um deles não esteja perfeito, é descartado”, explica o gerente da fábrica. A receita especial, guardada a sete chaves, exige nada menos do que 54 horas para se obter o delicioso Panettone BAUDUCCO. Só em São Paulo 27.000 pontos-de-venda exibem em suas gôndolas as tradicionais caixas amarelas da BAUDUCCO e comercializam anualmente 35 milhões de unidades em tamanhos de 80 gramas a 1 quilo, além das embalagens “tamanho família” de 2 e 4 kg. Atualmente a linha de PANETTONES BAUDUCCO conta com as versões:
● TRADICIONAL (com frutas cristalizadas)
● LIGHT (com menos 25% de calorias e 40% menos gordura que o convencional)
● RECEITA ESPECIAL (com massa ainda mais rica, frutas cristalizadas, uvas passas e cobertura açucarada com amêndoas)
● GRAN NATALE (panettone especial de 900g com uvas passas e cobertura açucarada de amêndoas)
● BOLD’ORO (preparado apenas com a massa tradicional sem frutas e um sachê de açúcar para que a cobertura seja preparada na hora e seus consumidores possam saborear um produto macio e molhadinho)
● CHOCOTTONE (com gotas de chocolate ao leite)
● CHOCOTTONE LIGHT (com menos 25% de calorias e 50% menos gordura que convencional)
● CHOCOTTONE MAXI (a mesma massa com exagero de gotas de chocolate ao leite Hershey’s)
● CHOCOTTONE TOP (com uma deliciosa cobertura de chocolate)
● CHOCOTTONE MOUSSE (com massa e um recheio cremoso de chocolate)
● CHOCOTTONE BRANCO (com massa branca, recheio e cobertura de chocolate branco)



Além disso, a empresa se encarrega de preparar panettones com receitas exclusivas para restaurantes como Massimo, Fasano e a rede de pizzarias Brás.

Conquistando o mundo
A partir de 2000 a BAUDUCCO começou uma forte expansão internacional para vários países. Mas a grande sedução vem do mercado americano. Lá, a BAUDUCCO inaugurou em 2005 uma subsidiária, a Bauducco Foods, responsável pela coordenação de oito distribuidores locais. O principal objetivo é atender as grandes redes de supermercados americanas. A Wal-Mart fechou um contrato para abastecer suas lojas da Flórida. Também é possível encontrar torradas, biscoitos e panetones BAUDUCCO na Walgreens, maior rede de lojas de farmácia e conveniência do país. A menina dos olhos da família, porém, é o contrato com a Target, segunda maior empresa de varejo dos Estados Unidos. A BAUDUCCO será a primeira marca brasileira a ocupar espaço nas gôndolas da gigante.

A evolução visual
Pouco tempo atrás a BAUDUCCO introduziu uma nova identidade visual, modernizando seu logotipo, que ganhou formas mais arredondas e dinâmicas.



Os slogans
Da família Bauducco para sua família.
O gosto do natal.
(Panettone)
O mais panettone dos panettones. (Panettone)
Torradas Bauducco. A vida leve é tão mais gostosa. (Torradas)



Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação:
1952
● Fundador: Carlo Bauducco
● Sede mundial:
Guarulhos, São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Pandurata Alimentos
● Capital aberto:
Não
● Presidente:
Massimo Bauducco
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Fábricas:
4
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
3.000
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos: Panetones, biscoitos, bolos, torradas e doces
● Outras marcas: Visconti
● Ícones:
O tradicional Penetone
● Slogan: Da família Bauducco para sua família.
● Website:
www.bauducco.com.br

A marca no mundo
A empresa comercializa seus produtos através de 200 mil pontos de venda no Brasil. Atualmente a BAUDUCCO possui quatro fábricas (três em São Paulo e uma em Minas Gerais) e nove centros de distribuição, nos quais trabalham 3.000 funcionários. Os produtos da marca são vendidos em cinqüenta países, entre os quais Estados Unidos, Japão, Portugal e Argentina. As exportações representam hoje 10% do faturamento da empresa. O grupo ainda mantém em seu portfólio a marca Visconti.

Você sabia?
A BAUDUCCO, uma das maiores doceiras e panificadoras do país, é líder de mercado em alguns segmentos de produtos forneados como panettones, colombas, torradas e biscoitos waffers, produzindo diariamente 23 milhões de biscoitos. No período de pico da produção, entre agosto e a véspera do Natal, são assados 188 panettones por minuto nos fornos da empresa. Anualmente a empresa também produz mais de 7 milhões de Colomba Pascal.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é Dinheiro, Exame, Época Negócios), sites especializados em Marketing e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 10/3/2009

Marcas: Amarula

18 de outubro de 2005 |


Ele pode ser tomado puro, com gelo ou misturado com outros ingredientes com café e sorvetes. Cremoso e com gosto exótico, seu sabor exala o mais puro espírito selvagem. O licor cremoso AMARULA é puro feitiço. Tão singelo como os mitos e lendas que lhe deram origem.

A história
A história começou no mês de setembro de 1989, quando o sofisticado licor, destilado da exótica fruta da árvore africana maruleira (Sclerocarrya birrea), misturado com creme fresco, que resulta em uma bebida cremosa, estável, rica e macia, foi introduzido no mercado da África do Sul pela empresa Distillers Corporation. A colheita da fruta é feita nos meses de fevereiro e março, e suas sementes são removidas, a polpa da fruta passa por um processo de fermentação, semelhante ao da fabricação de vinhos e, em seguida, por uma destilação em alambiques de cobre e depois envelhece por dois anos em barris de carvalho, para finalmente ser misturado ao mais fino creme de leite. A árvore maruleira é conhecida na África como “Elephant Tree”, chamada assim pela predileção dos animais por essa fruta, o que explica o elefante na embalagem do produto. Dois anos depois a empresa já estava exportando o produto para atender a uma demanda crescente em diversos mercados, tais como o Brasil, Canadá, Alemanha e Reino Unido, e mais recentemente os Estados Unidos. O produto cresceu rapidamente e se tornou um grande sucesso no mundo inteiro pois podia ser consumido puro, “on-the-rocks” ou com gelo moído, ou ainda como ingrediente em coquetéis, para dar um toque especial ao café, e mesmo no preparo de sobremesas.

Local único
A
Amarula Lapa situada na província de Limpopo, cidade de Phalaborwa, África do Sul, é o local ideal para experimentar o gosto natural do licor AMARULA CREAM. Localizada no bushveld (savana) fora dos limites da cidade, o local está próxima à fabrica do licor. A Lapa é projetada em estilo rústico, africano, saudando e recebendo o visitante no bushveld africano com um estilo sem precedentes no setor de licores da África do Sul. O local permite que o visitante experimente o bushveld africano ao mesmo tempo em que aprecia o licor no local de seu nascimento. Equipada para servir grupos de excursão de até 70 pessoas, a Lapa é a parada ideal na rota para o Parque Nacional Kruger, uma das principais atrações turísticas da África do Sul. Conferências, reuniões, lançamentos e eventos sociais podem ser conduzidos no local. As instalações de serviços de refeições são do mais alto padrão, enquanto uma visita à loja AMARULA local permite comprar lembranças da principal bebida da África do Sul.


Lendas e folclores
Os animais que apreciam mais a pequena fruta oval com sua polpa ao redor de um caroço grande e muito duro, são os magníficos elefantes africanos, que chegam em manadas ou sozinhos e balançam as árvores para que as frutas caiam. Quando a fruta cai no chão, ela começa a fermentar, fornecendo um sabor doce – e um conteúdo levemente alcoólico. Mesmo os animais da savana farão qualquer coisa para comer a fruta.

A relação com os elefantes
A marca AMARULA está envolvida no projeto de pesquisa Amarula Elephant Research Programme conduzido pela Universidade de Kwa-Zulu Natal em Durban, África do Sul. Nada personifica o Espírito da África – a essência do AMARULA – tanto quanto o elefante africano. Símbolo duradouro, este gigante majestoso da savana africana evoca imagens eternas de uma vida selvagem não-influenciada pela modernização e industrialização. Com uma forte associação da marca ao elefante africano, o AMARULA está intimamente associado a este animal por meio do logotipo da marca, de sua essência e pela fruta Marula, tão saboreada pelo elefante e base deste licor cremoso.


Dados corporativos
● Origem:
África do Sul
● Lançamento:
1989
● Criador: Distillers Corporation
● Sede mundial:
Província de Limpopo
● Proprietário da marca:
Distell Group
● Capital aberto:
Não
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
150 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
4.200 (Distell Group)
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos:
Licores
● Ícones:
Os elefantes e a cremosidade do licor
● Slogan: The Spirit of África.
● Website:
www.amarula.com

A marca no mundo
O AMARULA é o segundo em vendas mundiais no segmento de licores cremosos, estando presente em mais de 150 países ao redor do mundo.

Você sabia?
O licor AMARULA ficou conhecido pelo slogan “The Spirit of África”.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 21/1/2009

Fonte: Mundo das Marcas