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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 29 Oct, 2020

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Concessionária fechará 2 domingos por mês em SP - PDV News

As concessionárias de veículos da cidade de São Paulo vão abrir apenas dois domingos por mês a partir de 1º de janeiro de 2012. A decisão foi tomada nesta semana após seis meses de negociação entre os sindicatos dos vendedores e patronal, informa reportagem de Venceslau Borlina Filho publicada na Folha deste sábado.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Há dez anos as revendas funcionam de domingo a domingo. Porém, neste ano, a pressão dos vendedores aumentou sobre os patrões. A medida gerou um racha no setor e facilitou a tomada da decisão pelos representantes dos sindicatos.
Segundo a Folha apurou, grandes grupos de revenda de veículos se posicionaram contra o fechamento aos domingos. O dia é considerado o segundo melhor em vendas, atrás apenas dos sábados. São Paulo tem 300 revendas e 21 mil empregados.
A direção do Sincodiv (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de São Paulo) informou que a decisão tomada foi o meio-termo entre o que reivindicado pelos trabalhadores e solicitado pelos concessionários de veículos associados.
O presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah, afirmou que a decisão é o primeiro passo para acabar com o trabalho aos domingos. “Era uma escravidão. A maior parte dos trabalhadores é contra trabalhar aos domingos.”
O presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), Sérgio Reze, apoiou a decisão de fechar aos domingos porque o funcionário “não aguenta mais trabalhar”.
Segundo o calendário fixado, as concessionárias abrirão entre o segundo e o quinto domingos de cada mês. Datas como 1º de janeiro, Natal (25 de dezembro) e Dia do Trabalho (1º de Maio) estão fora.
Uma grande pergunta que não quer calar? Será uma boa idéia, já que os Chineses que estão com problemas de IPI podem não entrar nesse jogo? Acho que uma boa fatia da compra por impulso de fim de ano pode ser comprometida.
Fonte: Folha de São Paulo

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