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PDV News - Ponto de Venda com Ponto de Vista | 27 Jun, 2017

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Brasil tem 5,7 milhões de mulheres donas do próprio negócio, diz pesquisa - PDV News

Brasil tem 5,7 milhões de mulheres donas do próprio negócio, diz pesquisa

De acordo com levantamento feito pela Serasa Experian, líder mundial em serviços de informação e certificação para empresas e órgãos públicos, 8% de toda a população feminina do Brasil é empreendedora. A pesquisa registrou que, entre todos os donos de empresas no país, 43% são do sexo feminino. Sendo que a idade média dessas mulheres é de 44 anos.

Confira a lista de 8 empresas brasileiras que são comandadas por mulheres:

1.    Dress & Go –  Primeira plataforma de aluguel de vestidos online no Brasil, a Dress & Go foi fundada pelas amigas Bárbara Diniz (29) e Mariana Penazzo (27) que vieram do mercado financeiro e acabaram de entrar para a lista ‘30 abaixo de 30’ da revista Forbes Brasil, que seleciona 30 jovens abaixo de 30 anos que serão destaque em 2015. Com expectativa de faturamento de R$ 8 milhões em 2015, a proposta do negócio delas é alugar vestidos de estilistas renomados do mercado nacional e internacional por uma pequena fração do valor da peça no varejo. A startup recebeu recentemente um aporte da Kaszek Ventures. Esta é a segunda rodada de investimento que o site recebe. Em 2013, a A5 Interntet Investments apostou na empresa.

2.    Etiqueta Única – Patricia Sardenberg (28), formada em Design de moda e fundadora do portal Etiqueta Única, aposta no mercado de artigos usados, nicho que cresceu 210% em cinco anos no Brasil, segundo dados do Sebrae. O site é pioneiro em serviços de autenticidade, avaliação e exposição virtual para venda de produtos de luxo de segunda mão. São cerca de 2.500 peças no ar, com uma média de 50 novas por dia. As bolsas são os artigos que mais atraem, representando 40% das intermediações. Entre as marcas, estão Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Balenciaga, Dolce Gabbana, Diane von Furstenberg, Marc Jacobs, Fendi, Celine, e as nacionais como Cris Barros, Paula Raia, Mixed entre outras. O site espera crescer 200% este ano e a expectativa é movimentar R$2,5 milhão em volume de vendas ainda em 2015.

3.    Marini – Com expectativa de faturamento de R$ 970 mil para 2015, a marca de moda praia Plus Size, liderada pela empresária Mariana Bueno (41), aposta no conforto e segurança da mulher curvilínea. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), esse mercado movimenta cerca de R$ 4,5 bilhões por ano no país e representa 3% da produção e do faturamento de fábricas que investem nesse setor. Com um crescimento de 38% ao mês, a Marini, que foi lançada em dezembro de 2014, teve um investimento inicial, contando infraestrutura, desenvolvimento de produtos e logística, de R$600 mil.

4.   Bebê Boutique – Fundado pela empresária Mariana Guazzelli (39), o portal está há quase oito anos no mercado e oferece uma variedade de marcas premium, entre elas Tommy Hilfiger, TipToey Joey, Toffee, Melissa etc., sendo alguns produtos comercializados com exclusividade. A empresária sempre trabalhou como designer, mas com a chegada dos filhos decidiu abrir um negócio onde pudesse aplicar seus conhecimentos e que lhe desse autonomia, mantendo a qualidade de vida e, principalmente, tempo para ser mãe. A oportunidade surgiu ao constatar que não existiam sites especializados na venda de roupas infantis no Brasil.

5.   Laces – Muito mais que aparência e beleza, o Laces tem como objetivo tratar com eficiência a saúde dos cabelos. Cris Dios (41) à frente do negócio, transformou o Hair Spa referência na área. Cosmetóloga e tricologista formada pela Universidade Oswaldo Cruz – profissional que possui conhecimentos aprofundados sobre tratamento dos os fios e da saúde do couro cabeludo – ela dedica boa parte de seu tempo em pesquisas e desenvolvimento para encontrar soluções que deixam a saúde dos cabelos em dia. Seu trabalho proporciona nova vida a fibra capilar devido às fórmulas naturais e técnicas aperfeiçoadas ao longo do tempo, sempre com base tradição de aproximadamente 80 anos. Dentro desse universo, ela juntou seus 27 anos de experiência e complementou com a bagagem que adquiriu ao redor do mundo- Itália, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, EUA, Canada, França, Espanha, Suíça entre outros países – para desenvolver essa nova modalidade de estabelecimento.

6.   Socorro, meu filho não estuda – idealizado pela pedagoga Taís Bento (25) e sua mãe, a educadora Roberta Bento (49), o site disponibiliza conteúdos e dicas sobre educação. Seu objetivo é dar suporte aos pais e responsáveis pelo canal de dúvidas ou por meio de visitas à casa da família para propor um plano personalizado de trabalho a fim de mudar o que está incomodando em relação à educação. A proposta de ajudar diversas famílias dentro dos próprios lares gerou também a ideia de criar um reality show, que leva o mesmo nome do projeto, e será exibido no próprio portal.

7.    Saissu – Através de suas viagens pelo Brasil e outros países, interessada em conhecer novas culturas, Luly Vianna encontrou sua inspiração para a criação da marca sustentável Saissu, marca que produz malas e acessórios com o mínimo de 60% de materiais recicláveis – como borracha, algodão, garrafas PET – e podendo chegar até 98%. Não apenas preocupada em reutilizar, ela ainda possui parcerias com diversas ONGs que são responsáveis pela produção das peças, feitas de forma totalmente artesanal. A própria Luly desenha os produtos e monitora todo o processo. Sempre envolvida com projetos sociais, deu aulas de artes para crianças pobres da Índia e participou aqui no Brasil do programa de capacitação e inserção de jovens carentes no mercado de trabalho. Luly é formada em Relações Internacionais e fez diversos cursos de arte no exterior

8.   Kikoy’s – A Kikoy’s entrou no vestuário e na decoração dos brasileiros através da designer Kika Lerner.  A empresária foi a pioneira e é a única que pode revender o tecido Kikoy no Brasil. Logo de inicio trouxe cerca de 5 mil peças. A produção dos tecidos é toda feita manualmente, um a um por artesãos sitiados no Quênia e na Tanzânia, de onde esse artigo é originário. A produção é toda autossustentável e todo material é fornecido para as comunidades produzirem o Kikoy. As estampas, tamanhos e cores são definidas por Kika que demoram cerca de 40 dias para serem fabricados. Hoje, a Kikoy’s completa 10 anos no mercado com o seu recém-lançado e-commerce que abrange praticamente todo mercado brasileiro.